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Tite elogia Neymar em derrota e prefere Seleção à Liga dos Campeões

O técnico da Seleção Brasileira segue sua incansável rotina de acompanhar os jogadores brasileiros pelo mundo para fazer suas avaliações e tirar suas conclusões. Nesta terça Tite foi ao Parque dos Príncipes, em Paris, na França, e viu o PSG atropelar o Barcelona pelas oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa. Mas, apesar da derrota por 4 a 0 e uma atuação irreconhecível da equipe espanhola, o treinador avaliou Neymar como o único jogador do Barça que se salvou do vexame histórico.

“Do Barcelona, eu vi Neymar jogar. As jogadas que saiam de criatividade, lance pessoal ou de maior perigo foram todas essencialmente com Neymar”, comentou Tite ao canal Ei Maxx, logo após o confronto. “Poucas vezes eu vi um jogo onde, com duas equipes de alto nível, uma consegue quase que durante o jogo todo ser melhor que a outra e transformar isso em placar. Pressão alta na saída de bola, a característica física dos jogadores que ajuda para isso… Um jogo daqueles de colocar na história do clube”.

Apesar de ainda contar com todo o moral do técnico da Seleção Brasileira, Neymar tem sofrido com muitas críticas na Espanha, principalmente por causa da queda no número de gols. O ex-santista é dono de 17 assistências na temporada, mas isso não parecesse ser o bastante para o seu clube. Tite, então, novamente saiu em defesa de seu camisa 10.

“Eu quero repetir uma declaração que ele deu, ele foi muito feliz e eu concordo. Quando o coletivo está bom, as responsabilidades se dividem e não sobrecarrega ninguém. Futebol é essencialmente coletivo, e o talento vai aparecer, mas não pode ser só ele. Mas hoje, surpreendentemente, foi. Só saia dali”, reforçou, antes de admitir que não acredita em uma reviravolta do resultado no Camp Nou, no duelo de volta.

“Futebol é difícil falar. Falei com o Edu (Gaspar, diretor de futebol da CBF) ali, acho que não tem volta. Quatro (gols) não tem volta. Futebol tem suas particularidades, mas é muito difícil”, palpitou.

Tite vai assistir, ao todo, seis jogos in loco. Nesta quarta, o técnico irá à Munique para acompanhar o confronto entre Bayern e Arsenal. Mas, nem mesmo toda a atmosfera contagiante e os jogos em altíssimo nível empolgam Tite mais do que a missão de dirigir a Seleção Brasileira.

“Não consigo dimensionar isso”, disse, ao ser questionado sobre a chance de trabalhar no Velho Continente após deixar a Seleção. “Tenho um orgulho muito grande de estar técnico da Seleção Brasileira. Quero ter o primeiro passo, classificar, o Mundial, não imaginava na minha vida, nunca imaginei dirigir a Seleção em uma Copa do Mundo. E nada pode ser maior do que ser técnico da Seleção Brasileira. Nem Champions nem nada”, concluiu.

GAZETA ESPORTIVA


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