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Não se culpe!






Quando as coisas vão mal, às vezes começamos a nos torturar listando nossos fracassos e acusando-nos pelas falhas…

Reflitam!!

Além de nos fazer sofrer, esse tipo de pensamento pode nos paralisar.

A verdade é que qualquer situação é resultado de coisas que estão sob nosso controle e de outras que nos escapam.

E que faz parte da condição humana errar e aprender com o erro.

Se você se entregar  ao sentimento de culpa, perderá até a capacidade de reparar o erro.

As visitas estão chegando, e a lavadora de louça está vazando água.
A água inunda a cozinha e aproxima-se da sala.

Você se pergunta:
Por que eu fui inventar de ligar a máquina agora?
Se eu tivesse lavado a louça manualmente, isso não estaria acontecendo.
Se eu tivesse esperado para usar a lavadora amanhã, ela não estaria arruinando a minha noite.
Bastaria ter um pouco de bom senso.
Por que cargas d’água fui comprar essa lavadora?
Aposto que, se eu tivesse comprado outro modelo, minha cozinha não estaria inundada!”

Quando as coisas dão erradas procuramos logo um culpado e apontamos um dedo implacável e acusador para nós mesmos.

Ao fazer isso, deixamos de perceber duas coisas:
que a gente aprende com o erro e que é inútil desperdiçar tempo nos culpando.

Em vez de culpar-se, a mulher de nosso exemplo poderia optar por achar graça no desastre produzido, pensar em fazer diferente
numa próxima ocasião, respirar fundo algumas vezes e – quem sabe – convocar os amigos para enxugar a cozinha e a sala?

A felicidade não depende do número de coisas ruins que acontecem com alguém.

O importante é a maneira de encarar o que acontece:
a pessoa que tende a tirar conclusões negativas sobre si mesma quando coisas negativas ocorrem é certamente menos feliz
do que as que se trata com complacência.

As pessoas que vêem a si mesmas como causas dos acontecimentos negativos têm uma probabilidade quarenta e três por cento menor
de estarem satisfeitas do que aquelas que não o fazem.

David Niven


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