Jungmann: em caso de suspensão de intervenção no Rio, GLO permanecerá antcrz_abr_0410185836df - O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, abre as ações do Centro Integrado de Comando e Controle (CICCN) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), no Setor Policial Sul, em Brasília, para as Eleições 2018. Ampliar Imagem

Jungmann: em caso de suspensão de intervenção no Rio, GLO permanecerá

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse hoje (4), em entrevista à Agência Brasil, no Rio de Janeiro, que no caso de suspensão da intervenção federal na área da segurança no estado para que seja votada a reforma da Previdência, deverá permanecer a chamada Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

Isso significa que as Forças Armadas continuarão apoiando a segurança pública do Rio de Janeiro, não mais por meio da intervenção, mas pelo emprego, “quando necessário”, dos contingentes do efetivo das Forças Armadas.

Jungmann disse ter analisado o assunto esta semana com o presidente Michel Temer e adiantou que Temer está conversando com lideranças políticas sobre essa possibilidade. “Se ele sentir que tem condições de, suspendendo a intervenção, conseguir fazer a reforma, eu acho que é um objetivo dele desde o início do governo”.

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, abre as ações do Centro Integrado de Comando e Controle (CICCN) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), no Setor Policial Sul, em Brasília, para as Eleições 2018.
O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, avalia que o Rio de Janeiro vai estar melhor na segurança do que antes da intervenção – Antonio Cruz/Agência Brasil

O ministro disse que a questão deve ser vista após o primeiro turno das eleições, no domingo (7). “Quando tiver o esforço concentrado, teremos essa discussão”.

A volta da intervenção, após a votação da reforma, vai depender muito do futuro presidente da República e do futuro governador fluminense, disse Jungmann. “Eu acho que o Rio de Janeiro vai estar melhor na segurança do que antes da intervenção. É minha opinião”.

O ministro acredita que o próximo presidente, “como todos os últimos presidentes”, deve ter emendas constitucionais a fazer. “E eles geralmente procuram fazê-las no início. Portanto, é uma negociação a ser feita entre o futuro governador do Rio de Janeiro e o futuro presidente da República”, concluiu.

Fonte: AGÊNCIA BRASIL


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