Denúncia sobre o paradeiro de Jacob e Júlio Brandão pode ser feita ao número 181

Irmãos Júlio e Jacob Brandão estão foragidos da Justiça alagoana – Foto: Divulgação/SSP

Irmãos Júlio e Jacob Brandão estão foragidos da Justiça alagoana – Foto: Divulgação/SSP

Quem tiver informações que levem ao paradeiro dos irmãos Jacob e Júlio Brandão pode ligar para o número 181, do Disque-denúncia da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP).

Os dois são considerados foragidos da Justiça alagoana desde o dia 11 deste mês, quando o Grupo de Ação Estadual de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ex-Gecoc, do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL), desencadeou a Operação Ánomos.

Os policiais foram às ruas para cumprir sete mandados de prisões preventivas, mais cinco prisões temporárias, todas expedidas pela 17ª Vara Criminal da Capital, em desfavor do ex-prefeito José Jacob Gomes Brandão, do irmão dele, o ex-vereador Júlio Brandão, e mais dez pessoas envolvidas num suposto esquema de corrupção que teria desviado mais de R$ 12 milhões dos cofres da Prefeitura de Mata Grande, usando quatro empresas fantasmas para locação de veículos.

Segundo o MPE/AL, os nomes dos dois foram colocados na “difusão vermelha”, que é a lista de procurados da Polícia Federal.

No esquema criminoso, de acordo com o MPE/AL, os supostos proprietários das empresas Genilda Gomes Lima- ME (Ômega Locações), EP Transportes, Transloc Locação e Serviços e Marcelo Calado dos Santos- EPP (Albatroz), todas de fachada, celebravam contratos fictícios com a Prefeitura de Mata Grande para a prestação de serviços de locação de veículos com o intuito de desviar recursos públicos.

As prisões preventivas foram expedidas em desfavor de Jacob Brandão, ex-prefeito de Mata Grande, Daniel Cunha Ramos (cunhado de Jacob), Max Davi Moura Rodrigues, Clériston Marinho Buarque, Carlos Henrique Lisboa da Silva, Antônio José Bento de Melo, Euzébio Vieira de França Neto e Petrúcio José da Silva Filho. Já as temporárias foram para Eustáquio Chaves da Silva Sobrinho (ex- diretor executivo da Câmara de Vereadores de Mata Grande), Emernegildo Ramalho Mota (controlador da empresa Transloc), Genilda Gomes Lima – Ômega Locação e
Victor Pontes de Mendonça Melo- controlador da empresa Albatroz – preso pela terceira vez em fraude de licitação.

Ánomos, nome dado à operação, é a expressão latina da palavra anomia, que significa um estado sem lei ou regras, cujos gestores não estão submetidos a limites legais ou morais.

Júlio Brandão, ex-vereador de Mata Grande, é considerado foragido da Justiça (Foto: Reprodução/SSP)

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Source: Correio Notícia


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