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Crítica de deputado à abordagem policial termina em debate sobre armamento civil

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A crítica do deputado Bruno Toledo (PROS) à abordagem policial indevida, na capital, contra um atirador licenciado terminou em um pequeno debate na sessão ordinária desta terça-feira, 13, na Assembleia Legislativa (ALE), sobre um dos polêmicos assuntos do momento: o armamento civil.

 

Segundo o parlamentar, na quinta-feira passada, 8 de março, o atirador foi “tratado como bandido” ao ser abordado durante uma blitz da Lei Seca, quando estava a caminho de um local específico – licenciado pelo Exército – para a prática de tiro esportivo.

 

“Ele informou à guarnição que estava indo para o local de tiro esportivo, falou sobre a arma, que é registrada e que ele tem o direito legal de portar, e foi tratado como bandido, levado em um camburão para delegacia, por abuso de poder ou falta de conhecimento, por arbitrariedade ou incompetência da guarnição”, criticou Toledo.

 

O parlamentar contou que, por meio de ofício, irá buscar explicações sobre o ocorrido por parte do Comando da PM em Alagoas. Segundo ele, o atirador já registrou um Boletim de Ocorrência contra a guarnição da Polícia Militar.

 

Bruno Toledo lamentou o fato de a Casa de Tavares Bastos não ter o poder para deliberar sobre o armamento civil, ao defender o direito do cidadão à legítima defesa: “A história mostra… Hitler desarmou a população… Ditaduras não querem que cidadãos de bem tenham capacidade de reação”.

 

“Paiseco” e falência

 

Em aparte, Marcelo Victor (PSD) disse esperar que, neste momento onde projetos na área de segurança pública estão em pauta, espera que o Congresso Nacional reveja a discricionariedade da Polícia Federal em relação ao armamento civil.

 

“A Polícia Federal não pode chegar aos estados e definir quem pode e quem não pode ter arma de fogo… Trata-se de uma autoridade que não tem nenhuma fundação, nenhum amparo na Constituição… Isso só existe em ‘paiseco’”, afirmou.

 

Aparteando o pronunciamento de Toledo, Antonio Albuquerque (PTB) defendeu a necessidade de uma adequação à realidade, “sobretudo depois da flagrante e indiscutível falência do Estatuto do Desarmamento”.

 

O parlamentar também criticou a discricionariedade da PF e o despreparo de alguns policiais, como àqueles do caso citado por Toledo.

CADA MINUTO


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