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Após identificar mais de 2 mil processos “engavetados” em delegacia, MP instaura inquérito

Foi publicada, nesta quarta-feira (02), no Diário Oficial do Ministério Público de Alagoas (MP-AL), a instauração de inquérito civil, para apurar uma série de irregularidades envolvendo o 9º Distrito Policial da Capital, observadas durante uma visita técnica no dia 23 de novembro.

De acordo com a publicação, a delegacia em questão possui 2.210 inquéritos pendentes, alguns que foram instaurados há mais de 12 anos, “sem quaisquer impulsionamentos ordinários por parte da autoridade policial titular da referida unidade de polícia, o que sugere uma ausência de controle, por parte da mesma autoridade, no que concerne à adequada condução e instrução dos procedimentos investigatórios sob sua responsabilidade”.

A delegacia conta com apenas um delegado e sete agentes de polícia, dos quais três exercem a função de escrivão, mas apenas um possui a designação para a função.

Além de problemas físicos na estrutura da delegacia, o MP identificou também a ausência de veículos para realizar diligências externas e a falta de equipamentos essenciais, como impressora, scanner e internet de qualidade.

A publicação do DO afirma, também, que o delegado encarregado do 9º DPC não adotou “qualquer providência, no sentido de buscar formalmente auxílio, por parte dos órgãos de apoio existentes no âmbito da polícia civil que poderiam dedicar colaboração no que concerne à realização de diligências investigatórias necessárias à instrução dos inúmeros inquéritos policiais em atraso, no âmbito do 9º DP”.

A delegacia possui um prazo de 15 dias para prestar esclarecimento em relação às irregularidades apresentadas no Diário Oficial.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de Comunicação da Polícia Civil e aguarda posicionamento.

Fonte: CADA MINUTO


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